sábado, 14 de junho de 2008

I'm afraid

PROVA DE FÍSICA, viagem.

Me tiram a fome, me tiram o sono, me tiram a sanidade.

My dirty little (?) secret


quarta-feira, 4 de junho de 2008

Just like the teenager movies.

Cátia vive me falando isso.

Que eu era uma daquelas adolescentes excluídas típicas de filmes americanos. Aparelho nos dentes, espinhas.
Ela só esquece de mencionar que o meu cabelo é ruim, que eu sou gordinha e pseudo-nerd.

Enfim...

Eu queria ser uma daquelas adolescentes. Nos finais dos filmes, elas sempore acabam com um cara gatão (HOHO) ou ganhando uma bolsa de estudos pra alguma faculdade fodona em Paris ou Roma. (que nem em Ela é demais. Tá certo que o Freddie Prinze Jr. não estava tãão gatão assim na época, mas ela ganha uma bolsa pra estudar Arte em Paris. Paris!)

E além do mais, elas são nerds nos filmes.
Daquelas de tirar A em matemática, química e física.
(Coisa que comigo NÃO rola.
Eu e cálculos, eu e raciocínio lógico, não dá mesmo.)
Daquelas de saber tuuudo sobre quadrinhos, cinema ou whatever, coisas de nerd.

Acho que vou baixar Tíbia, pra ver se eu entro no clima da nerdice.
(Priston Tale, Ragnarok e todas essas porcarias novas, não merecem ser chamadas de RPG, no way.)

Cara, eu tava falando sobre adolescência, e consegui dar uma volta enorme pra falar de como eu sou uma pessoa frustrada e preciso perder o preconceito contra livros de auto-ajuda.
Voltando a falar sobre adolescência então.

Meu irmaõ tá entrando.
Na adolescência, quero dizer.
Man, eu não tinha NOÇÃO de como a gente fica chato quando tá virando adolescente. MEU DEUS, é muito chato.
Minha mãe disse que eu fiquei chata do mesmo jeito, mas CARA o meu irmão tá muito chato meeeesmo. (Talvez seja porque ele está entrando na adolescência e eu esteja no meio dela. A espécie é a mesma, mas a família é outra. As brigas são constantes.)
E vagal também.

Eu não era vagal.
Eu até que gostava de estudar. E só fiquei chata porque eu parei de sair com os meus pais pra todo canto; comecei a ter os ataque tpm'lísticos, e exigir privacidade.
Mas isso não é adolescência. (ou é?)

Eu só aceitei a adolescência quando eu fiz 15 anos. Isso, depois de looongas conversas comigo mesma do tipo 'Vamos lá, Umáyra. Na época da sua vó, com 15 anos as meninas casavam. Na época da sua mãe, com 15 anos as pessoas já tinham crises de existência e todas essas coisas que você tem. Encare os fatos: você está ficando velha. Daqui a pouco você morre. Mande a Síndrome de Peter Pan pra casa do caralho e pronto.'

Mas eu ainda não aceito. Quer dizer, ontem eu brincava de fazer roupas pra Barbie, e ano que vem eu vou estar no 3º ano? (!) E depois eu vou estar na universidade, a primeira 'coisa' que eu verdadeiramente escolhi sozinha; e essa escolha vai modificar toda a minha vida!
E se eu escolher errado, eu posso perder alguns anos da minha vida; anos que eu poderia passar na Dinamarca num futuro próximo, quando já estivesse economicamente estabelecida.
Então, será que eu devo escolher a universidade pelos meus talentos ou pelo retorno financeiro?
Porque eu só tenho talento pra ler. E escrever. (abobrinhas, abobrinhas. Mas pelo menos eu escrevo).

Então eu posso fazer Jornalismo (e passar de pseudo-nerd à pseudo-cult). Mas existe uma grande possibilidade de eu ficar pobre pobre pobre de marré marré marré.
E além do mais eu também tenho talento pra Direito; vários professores e os meus pais me falaram que eu daria uma ótima Promotora, fazendo todo aquele teatro quando eu vou acusar alguma coisa ou defender uma causa.

Ano que vem isso já tem que estar decidido.

Ai meu Deus, minha cabeça.

terça-feira, 27 de maio de 2008

'Mudaram as estações,

NADA MUDOU. Mas eu sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim, tão... diferente! Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre? Sem saber que o pra sempre, sempre acaba...'

Foi daí mesmo que eu tirei o nome do blog. E é a mais pura verdade.

Temos amigos em uma escola. Mudamos. Perdemos.
Temos amigos no ensino médio. Passamos no vestibular. Perdemos.
Temos amigos na faculdade. Arranjamos um emprego. Perdemos.

Enjoamos da cara de certas pessoas. Dos hábitos e manias.
E acaba.

Apesar de tudo, a maioria das pessoas é egoísta. Largam amigos sem nem...

Sem nem...

E quanto ao resto? E quanto a minoria que se sente destruída depois de ser largada? E quanto a minoria que não consegue confiar em NINGUÉM, nem nela mesmo, depois de ser abandonada?

Ah, não.

Eles não merecem nossa atenção.

Deixa eles pra lá.

Deixa eles pra lá.

Afinal quem se importa com um bando de... inúteis?


Dê-me um chiclete e uma tesourinha de unha, por favor. Eu vou matar todos os seres-humanos com ela. (pelo menos em sonho).

terça-feira, 20 de maio de 2008

Filosofia para adolescentes

Pommer: ... mas prestenção. 70% das mulheres são burras.
Eu: OW!
Pommer: Você faz parte dos 70%?
Eu: Não, mas...
Pommer: Então cala a boca e escuta.
Eu: É por isso que o mundo não vai pra frente, porque as pessoas só pensam em si mesmo. E cala a boca seu capitalista da Microsoft.

Eu *pensando*: Minha Santa, o que tem a ver uma coisa com a outra? Tom Cruise. Mas beleeeza, deixa eu calar minha boca.

Pommer: Essas meninas usam as mesmas roupas, os mesmos cabelos, os mesmo perfume...
Amanda: Mas é isso que os homens querem, ora bolas!
Pommer: Claro! Elas são as mais fáceis.
Najua: E os homens preferem o mais fácil, não?
Pommer: Não. Definitivamente não.

O pós-aula são muito mais produtivos :) Principalmente quando nós, míseros adolescente, nem sabemos filosofar.
Aula de sociologia e filosofia. Todas as segundas.
9 meninas e um menino na sala.
Eu digo que é um marco.
A Amanda diz que ele é gay mesmo.
Enfim...

Comte já foi pro saco. Próxima aula de sociologia vai ser Durkheim.
Meu mestre.

Eu: Então, se Comte explica a ordem, Durkheim explica os revoltados?
Rildo: É... Mas ou menos isso.
Eu: Que ótimo. Durkheim me explica então.

E filosofia... É. A gente vai precisar de um baseado na próxima aula.
Zenão diz que não há UM movimento, mas O movimento.
Parmênides diz que o que é, É.

O que eu tenho a dizer sobre isso?
Aquiles não pode alcançar a tartaruga.

E tenho dito.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Ela?

'Olha só pra ela. Olha esse sadismo. Olha esse sarcasmo.' Não, não são palavras minhas. Mas foram pra mim. Eu sempre tento ver em qual estilo de época eu mais me encaixo, mas não dá. São vários. Barroca - dualista, e cheia de dúvidas que (quase) me levam à loucura -; Romântica - toda aquela história de sonhos, blábláblá aquele ópio todo que os caras usavam-; mas Realista - mórbida, sádica, sarcastica. Ironia is so last week. (Mentira. Eu só não sei ser tão sutil. Então o sarcasmo é a melhor saída). Whatever. Vamos todos morrer. Não sei nem porque eu escrevo aqui. ALBERT CAMUS RULES!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Rio: impressões

cigarro, sujeira, tranquilidade, gente demais, correria, cidade mais que paradoxal.

E eu só passei quatro dias lá.

O Pão de Açúcar, é... Normal. É uma pedra. E lá de cima dá pra ver a cidade toda. E o mar. Ah o maaar...

Do Cristo, eu vi a sombra. Tava tão nublado, que eu espirrei e fui dar uma volta; quando eu voltei tava congelado.

As pessoas são simpáticas e rudes ao mesmo tempo. Irônicas. Não soube lidar com elas.

Tudo é caro demais. Demaaais da conta. Deve ser por causa dos gringos. Tem pra dar e vender. Alemães, franceses, britânicos, americanos, espanhóis, japoneses e tinha um casa falando uma língua que eu não soube identificar. Mas parecia alguma coisa da europa oriental.

Vi o Homem de Ferro. Me lembrou a infância. Muito. Via todos os dias com meu pai. (se bem que eu via qualquer desenho todo dia com meu pai). O filme não parece tanto com o desenho. Não lembro do Tony Stark com toda essa marra que Hollywood mostrou.

O ator (Robert Downey Jr.), a (à?) primeira vista, não é lá essas coisas. Mas com o decorrer do filme ele vai ficando bonitinho. Saradinho. Pegável. E nem é porque ele escuta AC/DC.
Gwyneth está estranhamente bonita. Eu nunca a achei bonita. Sei lá. Falta alguma coisa.
O filme, na minha opinião foi bom. ÓÓTIMO. Mas eu sou super ultra megar power über suspeita pra falar de filmes baseados em estórias da Marvel. Eu sou viciada. Quando o filme começa, com aquelas partes de quadrinhos fazendo aquele barulhinho de... revistinha, dá um arrepio de tão bom.

Meu pai diz que é o super-herói predileto dele. Meu pai é um boçal :) Sempre foi.
Lembrei-me do MEU super-herói predileto.
O Batman.
De como eu estou desesperada pelo novo filme.
Não só pelo Batman.
Mas por que foi o último que o Heath fez. E parece ser a sua melhor atuação.

Andei pacas em quatro dias. Fui no Barra Shopping. Só consegui VER o primeiro andar.
Um loosho.
Lojas de perfumes e maquiagem, brincos e coisinhas gays.
Mas nada, NADA barrou as livrarias.

Eu chorei nas livrarias.
Devem ter me achado a maior idiota EVER.
Mas a Saraiva e a Siciliano...

Comprei Rocky. O I e o II. Finalmente. Queria ter comprado Poderoso Chefão, mas mamãe não deixou. Porque eu já tinha comprado um livro. Misto-quente. Bukowski. Aquele velho safado.

Comprei Hard Candy. 6 palavrinhas (por enquanto.): os negões vão dominar o mundo.

Tô cansada. Tô sentindo tanta coisa (graaaaaaaaaaaaaaande novidade u_u) que dá vontade de gritar. Muito. Morder. Arranjar. Matar. Mastigar. Humanos. Ou qualquer coisa que vier pela frente.