''(...) Cada um deles, homem ou mulher, já havia cometido um assassinato ou algum outro crime bem pesado. Mas devorar um ser humano? Para uma coisa tão terrível, pensavem, não, jamais estariam dispostos. E se admiravam como isso lhes fora fácil e, apesar de toda a perplexidade, não sentiam o menor assomo de arrependimento. Ao contrário! Embora o estômago lhes pesasse um pouco, seus corações estavam bem leves. Em suas almas sombrias havia, de repente, um clima eufórico. E em seus rostos repousava um suave brilho de felicidade, um brilho de donzela. Daí talvez o pudor de alcançarem o olhar e se olharem nos olhos. Quando o ousaram, primeiro furtivamente e depois abertamente, foram obrigados a sorrir. Estavam extraordinariamente orgulhosos. Pela primeira vez, haviam feito algo por amor.''
(O perfume - Patrick Süskind)
Fascinante.
Se eu precisasse descrever O perfume em uma palavra, seria essa: fascinante.
Me impressiona o fato de um autor contemporâneo ser tão renascentista, tão humanista. A trama - e QUE trama - é o de menos no livro.
Jean-Baptiste Grenouille nasce numa França fedorenta do séc. XVIII. É rejeitado pela mãe e qualquer outra pessoa que o acolha, por não exalar nenhum cheiro. Mas sente todos. Examina-os de uma forma assustadoramente complexa.
Todos os cheiros que sente não tem nada de anormal, até que uma noite sente um cheiro diferente. Um cheiro inigualável. Cheiro de virgens. Ele começa a matar pra 'pegar' esse cheiro. Mas quem mata no séc. XVII, sofre as consequências mais rápido que um piscar de olhos.
Não, ele não morre por isso, mas espera. Sua morte será muito, MUTO melhor (ou pior?) que se fosse por isso.
O livro mostra direitinho como o homem finge ser civilizado. Os tabus que a sociedade impõe de nada servem quando nós somos expostos a perigos, a vontades. Nossos instintos primitivos se sobrepõe a tudo - não importa o quanto tentemos controlá-los.
Jean consegue fazer um perfume que deixa as pessoas sem controle. Com uma simples borrifada, todos pederam a inibição (?). Todos viraram humanos. Humanos em sua forma mais simples, a verdadeira. Com uma simples borrifada, todos viraram canibais (vide texto lá de cima). E isso, ISSO SIM é fascinante.
Como Süskind conseguiu tornar essa idéia antiga tão original?
ps. Sweetie, MUITO obrigada por ter emprestada. Brigada, brigadão.
sábado, 27 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Iron Women
Segunda-feira eu passei o dia todo de cama. Vendo filmes.
Vi um bem inútil com o Shane West e o James Franco. Comédia adolescente bem pebinha; e os dois ainda não estavam gostosões, então, não valeu nada.
[Reparem que eu falo de comédias adolescentes como se eu fosse A adulta. - eu sou óóótima, don't cha think?]
Vi uma comédia romântica que me chamou a atenção pelo nome (Abaixo o amor), mas que também não é lá essas coisas. Mas vale pelo Ewan McGregor, pelos figurinos e pela Judy Garland cantando Down with love.
Agora, Anjos Rebeldes...
No auge da minha revolta anarco-feminista (quando eu tinha mais ou menos 13 anos), eu era louca pra ver Anjos Rebeldes, mas nunca achei na locadora. O filme é baseado na vida de Alice Paul (Hilary Swank*), uma feminista que faz parte da Associação Nacional das Mulheres Sufragistas. Mas a ANMS não opta por não pressionar o presidente (Woodrow Wilson, na época) para o sufrágio feminino.
Alice rompe com a ANMS, e junto com suas amigas e mais outras radicais e formam um partido sufragista. E como tudo que se opõe contra o governo, as ações do partido são abafadas.
Rola muuuuuuuuuuuuita história, muita baboseira patriótica estadunidense, mas o mais importante é a garra da Alice. É a bandeira que ela levanta e segura até o fim, não se importando com consequências e fazendo de tudo - DE TUDO - para carregá-la.
Alice é o que nós não somos; tem a coragem que não temos; e por que? Por que a inércia toma conta de todo o mundo? E por que as pessoas que se movimentam são excluídas e tratadas como loucas?
Chorei - assim como chorei em V de Vingança - quando Alice faz greve de fome e é mandada pra ala psiquiátrica da prisão. Quando perguntam o porque da greve, ela responde com uma pergunta que eu sempre uso quando me perguntam por que não comer carne, por que ser anarquista, por que fazer tanta barulho quando uma coisa não me agrada.
''Não está bem claro?'' É por liberdade. É por igualdade. Todos nós temos direito à igualdade.
Eu não sou clara?
Eu não estou clara?
*Eu percebi que a Hilary Swank lembra lááá longe a Judy Garland. Acho que isso influenciou bastante no Oscar. Não a Hilary Swank não tenha talento - ela mostrou que tem até demais em Menina de Ouro. Mas o fato de ela parecer a Judy Garland deve ter ajudado.
(E em 2005 as candidatas ao Oscar não foram lá essas coisas, que me desculpe a Academia)
Falando em filme (seeeeeeeeempre), eu quero ver Blindness, eu QUEERO ver Blindness!
Tomara que não tenham feito uma caca com Saramago.
Vi um bem inútil com o Shane West e o James Franco. Comédia adolescente bem pebinha; e os dois ainda não estavam gostosões, então, não valeu nada.
[Reparem que eu falo de comédias adolescentes como se eu fosse A adulta. - eu sou óóótima, don't cha think?]
Vi uma comédia romântica que me chamou a atenção pelo nome (Abaixo o amor), mas que também não é lá essas coisas. Mas vale pelo Ewan McGregor, pelos figurinos e pela Judy Garland cantando Down with love.
Agora, Anjos Rebeldes...
No auge da minha revolta anarco-feminista (quando eu tinha mais ou menos 13 anos), eu era louca pra ver Anjos Rebeldes, mas nunca achei na locadora. O filme é baseado na vida de Alice Paul (Hilary Swank*), uma feminista que faz parte da Associação Nacional das Mulheres Sufragistas. Mas a ANMS não opta por não pressionar o presidente (Woodrow Wilson, na época) para o sufrágio feminino.
Alice rompe com a ANMS, e junto com suas amigas e mais outras radicais e formam um partido sufragista. E como tudo que se opõe contra o governo, as ações do partido são abafadas.
Rola muuuuuuuuuuuuita história, muita baboseira patriótica estadunidense, mas o mais importante é a garra da Alice. É a bandeira que ela levanta e segura até o fim, não se importando com consequências e fazendo de tudo - DE TUDO - para carregá-la.
Alice é o que nós não somos; tem a coragem que não temos; e por que? Por que a inércia toma conta de todo o mundo? E por que as pessoas que se movimentam são excluídas e tratadas como loucas?
Chorei - assim como chorei em V de Vingança - quando Alice faz greve de fome e é mandada pra ala psiquiátrica da prisão. Quando perguntam o porque da greve, ela responde com uma pergunta que eu sempre uso quando me perguntam por que não comer carne, por que ser anarquista, por que fazer tanta barulho quando uma coisa não me agrada.
''Não está bem claro?'' É por liberdade. É por igualdade. Todos nós temos direito à igualdade.
Eu não sou clara?
Eu não estou clara?
*Eu percebi que a Hilary Swank lembra lááá longe a Judy Garland. Acho que isso influenciou bastante no Oscar. Não a Hilary Swank não tenha talento - ela mostrou que tem até demais em Menina de Ouro. Mas o fato de ela parecer a Judy Garland deve ter ajudado.
(E em 2005 as candidatas ao Oscar não foram lá essas coisas, que me desculpe a Academia)
Falando em filme (seeeeeeeeempre), eu quero ver Blindness, eu QUEERO ver Blindness!
Tomara que não tenham feito uma caca com Saramago.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Assim caminha a humanidade
Quarta-feira, 20:30.
- Tomara que esteja passando um filme bom, tomara que esteja passan... AH! O ÚLTIMO FILME DO JAMES DEAN! MEU DEEEEEEEEEEUS, MEU DEEEEEEEEUS!
Ótimo.
Jett (James Dean) era só um peão na fazenda de Bink (Rock Hudson); a única 'amiga' dele na fazendo era a irmã de Bink, Luz (Caroll Baker). Luz morre, e em seu testamento, deixa um pedaço de terra para Jett. Jett acaba encontrando petróleo na terra, esfrega na cara de Bink que vai ficar mais rico que ele e suas vaquinhas. E fica. Mas Jett é extremamente infeliz, alcoolatra e não consegue o amor de Leslie (Elizabeth Taylor) - mulher de Bink.
Esse é o tema central. Também mostra como as mulheres eram deixadas de lado no séc XIX e até o XX (até hoje mesmo!); mostra o preconceito que os americanos tinham com mexicanos - apesar de terem roubado boa parte das terras deles.
Muito foda. Muito foda mesmo.
Recomendo, muito muitão.
Pra escutar lendo: L'accordeoniste - Edith Piaf.
Falando em Piaf, quando é que vai chegar o DVD aqui?
sábado, 30 de agosto de 2008
Juventude transviada
Tantos textos, tantos livros, pouquíssimo tempo...
Eu tenho metade de 3 textos prontinhos na cabeça, mas cadê tempo? Cadê liberdade pra entrar na internet a hora que eu quero (ou posso)?
A disputa pela cadeira do escritório está cada vez mais acirrada. Todo dia tem quebra pau meu e do meu irmão, ou meu e do meu pai.
Enfim.
O stress já tomou uma área do meu cérebro e está desbravando o resto. Provas, sem descanso, pai, irmão, espelho, tpm. Mas hoje deu a louca e eu simplesmente saí de casa sem rumo.
Três horas da tarde. Um sol de rachar a cuca. E eu saí.
Tudo por que meu irmão fechou a página da internet que eu tava lendo um livro. E minha mãe não fez nada. E eu sabia - eu sabia - que se eu ficasse em casa eu ia encher o rabo de comida até estourar.
Tá foda, tá foda cara. Daqui a pouco eu não vou poder mais fazer nada; se até os LIVROS eles estão tirando de mim. (!)
Enfim.
Enfins. (neologia?)
Faz um mês mais ou menos que eu fui num aniversário de 15 anos. Como esperado, só deu criança. Mas não eram crianças normais.
12, 13 anos; um metro e meio (provavelmente resultado de vários noites no msn - mal dormidas); saltos de doze centímeros; vestidos de um palmo; créu, créu, créu; esfregações. A quantidade de meninas atiradas/mini tilangas por metro quadrado era imensa.
Com 12 anos eu nem sabia o que era festa.
Lembro com 12, eu mudei de escola. Foi no Classe "A" que eu descobri que os "adolescentes" ficavam, bebiam, fumavam, iam a festas, falsificavam carteirinhas, copulavam (pra não dizer outra coisa). Eu fiquei horrorizada.
Essas coisas começaram a soar menos estranhas aos meus ouvidos com 13, 14 anos. Mas fazer?
NEVER.
Hoje, com 12 anos as meninas vão até o chão com a língua de um menino enfiada na garganta delas.
That's REALLY disgusting.
E tudo isso também se aplica aos meninos. Meu Deus, onde estão as cartinhas de Pokémon?
ps. James Dean que me perdoe pelo título, mas eu realmente não vejo outro pra mostrar o que eu quero mostrar.
Eu tenho metade de 3 textos prontinhos na cabeça, mas cadê tempo? Cadê liberdade pra entrar na internet a hora que eu quero (ou posso)?
A disputa pela cadeira do escritório está cada vez mais acirrada. Todo dia tem quebra pau meu e do meu irmão, ou meu e do meu pai.
Enfim.
O stress já tomou uma área do meu cérebro e está desbravando o resto. Provas, sem descanso, pai, irmão, espelho, tpm. Mas hoje deu a louca e eu simplesmente saí de casa sem rumo.
Três horas da tarde. Um sol de rachar a cuca. E eu saí.
Tudo por que meu irmão fechou a página da internet que eu tava lendo um livro. E minha mãe não fez nada. E eu sabia - eu sabia - que se eu ficasse em casa eu ia encher o rabo de comida até estourar.
Tá foda, tá foda cara. Daqui a pouco eu não vou poder mais fazer nada; se até os LIVROS eles estão tirando de mim. (!)
Enfim.
Enfins. (neologia?)
Faz um mês mais ou menos que eu fui num aniversário de 15 anos. Como esperado, só deu criança. Mas não eram crianças normais.
12, 13 anos; um metro e meio (provavelmente resultado de vários noites no msn - mal dormidas); saltos de doze centímeros; vestidos de um palmo; créu, créu, créu; esfregações. A quantidade de meninas atiradas/mini tilangas por metro quadrado era imensa.
Com 12 anos eu nem sabia o que era festa.
Lembro com 12, eu mudei de escola. Foi no Classe "A" que eu descobri que os "adolescentes" ficavam, bebiam, fumavam, iam a festas, falsificavam carteirinhas, copulavam (pra não dizer outra coisa). Eu fiquei horrorizada.
Essas coisas começaram a soar menos estranhas aos meus ouvidos com 13, 14 anos. Mas fazer?
NEVER.
Hoje, com 12 anos as meninas vão até o chão com a língua de um menino enfiada na garganta delas.
That's REALLY disgusting.
E tudo isso também se aplica aos meninos. Meu Deus, onde estão as cartinhas de Pokémon?
ps. James Dean que me perdoe pelo título, mas eu realmente não vejo outro pra mostrar o que eu quero mostrar.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
"Tudo muda o tempo todo."
"She seems to think, she seems too weak
She takes a week to get over it
She like to be
She's into guilt
She likes to think, she like to think
She seem too weak she takes all the blame
She likes the time, she owns the time
She borrows time as to self-invent
She likes to think she has all of it."
(Oh, the guilt - Nirvana)
Mas ela não tem tudo.
O tempo tem tudo.
O tempo muda tudo.
(você, amizades, o mundo, amizades, sua casa, amizades...)
[Provas.
AAAAAAAARGH eu não aguento mais provas.
Pais.
AAAAAAAARGH eu não aguento mais meus pais.]
Sabe, eu estava filosofando sobre a importância de todas essas merdas que a gente aprende na escola, na tv, nos bares, nos lares, nas esquinas e sabe da nova?
Não vai adiantar pra bosta nenhuma.
Um dia tudo acaba.
Tudo vira bosta - sangue, germes, pó.
Amizades, estudo, PRO INFERNO com essas merdas.
ps. eu preciso que alguém me dê de presente os 7 filmes do James Dean (não acho em lugar nenhum 'Harvest' - talvez porque foi feito pra TV). James Dean cura tudo.
She takes a week to get over it
She like to be
She's into guilt
She likes to think, she like to think
She seem too weak she takes all the blame
She likes the time, she owns the time
She borrows time as to self-invent
She likes to think she has all of it."
(Oh, the guilt - Nirvana)
Mas ela não tem tudo.
O tempo tem tudo.
O tempo muda tudo.
(você, amizades, o mundo, amizades, sua casa, amizades...)
[Provas.
AAAAAAAARGH eu não aguento mais provas.
Pais.
AAAAAAAARGH eu não aguento mais meus pais.]
Sabe, eu estava filosofando sobre a importância de todas essas merdas que a gente aprende na escola, na tv, nos bares, nos lares, nas esquinas e sabe da nova?
Não vai adiantar pra bosta nenhuma.
Um dia tudo acaba.
Tudo vira bosta - sangue, germes, pó.
Amizades, estudo, PRO INFERNO com essas merdas.
ps. eu preciso que alguém me dê de presente os 7 filmes do James Dean (não acho em lugar nenhum 'Harvest' - talvez porque foi feito pra TV). James Dean cura tudo.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Quero férias, quero feriado
De mim mesma. Quero ser solitária como um personagem (?) de Nazarian. Não preciso das paixões platônicas e dos prazeres (todos orais). Isso me complicaria, mais que nunca.
Dercy morreu, minha mãe bebeu cerveja, eu fui expulsa de sala pela primeira vez na minha vida, um conteúdo de matemática me interessou.
As aulas começaram e eu já quero férias, os professores e a coordenadoras estão estranhamente simpáticos comigo, eu estou entendendo todo o conteúdo de física e química.
Continuo ansiosa com relação ao vestibular.
Estão me estressando em relação a intercâmbios; “vai Umáyra, faaaz! Só 3 meses na Nova Zelândia. Sem High School, até porque no High School se aprende inglês na doida. Vai ser um curso intensivo de inglês. Vai, vaaaai.”
Guess what? (!)
Eu não passei 8 anos da minha vida fazendo inglês americano pra ir pra NOVA ZELÂNDIA, fica a dica. Eu não passei 8 anos fazendo curso pra fazer curso de inglês no intercâmbio. E o que EU, a paradona, vou fazer na Nova Zelândia? Garanto que coisas radicais é que não.
Não mesmo.
Eu estou na menopausa – suando demais, morrendo de cólica todos os dias, tenho vontade de socar meu irmão e meu pai na parede, minha mãe vive na TPM, eu não consigo parar de comer, não tem um livro decente nessa casa, tem uma menina na minha sala que ta me estressando com uma maldita tosse, eu não posso ver TV ou sentar na porra da cadeira do computador que eu sou mais apedrejada de Maria Madalena e eu não consigo falar com ninguém a respeito disso. Só aqui.
Eu tenho a impressão que se eu colocar 1/3 do que eu sinto pra fora, ninguém nunca mais vai querer olhar na minha cara. Eu me sinto totalmente sozinho e nem dá pra fazer programa de Cult/emo/qualquer outra coisa, porque eu to em aulas e não tenho tempo pra nada. Mas vai ver eu gosto disso, sabe? Sempre gostei. De me fazer de coitadinha inha, olha lá a Umáyrinha chatinha e nojentinha. Mas POR QUE DIABOS NÃO ME DEIXAM EM PAZ?
Cara, por que eu to escrevendo isso aqui?
Ah, já sei!
Porque eu sou uma CAGONA e não tenho coragem de falar isso ao vivo e a cores.
Porque a minha rebeldia é pseudo e minha covardia me consome. Sempre me consumiu.
AAAAAAAAARGH, EU, EU, EU! Malditos humanos! Maldito egocêntrismo!
Eu queria mastigar humanos, mas eles são imastigáveis.
Intragáveis.
Dercy morreu, minha mãe bebeu cerveja, eu fui expulsa de sala pela primeira vez na minha vida, um conteúdo de matemática me interessou.
As aulas começaram e eu já quero férias, os professores e a coordenadoras estão estranhamente simpáticos comigo, eu estou entendendo todo o conteúdo de física e química.
Continuo ansiosa com relação ao vestibular.
Estão me estressando em relação a intercâmbios; “vai Umáyra, faaaz! Só 3 meses na Nova Zelândia. Sem High School, até porque no High School se aprende inglês na doida. Vai ser um curso intensivo de inglês. Vai, vaaaai.”
Guess what? (!)
Eu não passei 8 anos da minha vida fazendo inglês americano pra ir pra NOVA ZELÂNDIA, fica a dica. Eu não passei 8 anos fazendo curso pra fazer curso de inglês no intercâmbio. E o que EU, a paradona, vou fazer na Nova Zelândia? Garanto que coisas radicais é que não.
Não mesmo.
Eu estou na menopausa – suando demais, morrendo de cólica todos os dias, tenho vontade de socar meu irmão e meu pai na parede, minha mãe vive na TPM, eu não consigo parar de comer, não tem um livro decente nessa casa, tem uma menina na minha sala que ta me estressando com uma maldita tosse, eu não posso ver TV ou sentar na porra da cadeira do computador que eu sou mais apedrejada de Maria Madalena e eu não consigo falar com ninguém a respeito disso. Só aqui.
Eu tenho a impressão que se eu colocar 1/3 do que eu sinto pra fora, ninguém nunca mais vai querer olhar na minha cara. Eu me sinto totalmente sozinho e nem dá pra fazer programa de Cult/emo/qualquer outra coisa, porque eu to em aulas e não tenho tempo pra nada. Mas vai ver eu gosto disso, sabe? Sempre gostei. De me fazer de coitadinha inha, olha lá a Umáyrinha chatinha e nojentinha. Mas POR QUE DIABOS NÃO ME DEIXAM EM PAZ?
Cara, por que eu to escrevendo isso aqui?
Ah, já sei!
Porque eu sou uma CAGONA e não tenho coragem de falar isso ao vivo e a cores.
Porque a minha rebeldia é pseudo e minha covardia me consome. Sempre me consumiu.
AAAAAAAAARGH, EU, EU, EU! Malditos humanos! Maldito egocêntrismo!
Eu queria mastigar humanos, mas eles são imastigáveis.
Intragáveis.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Depois daquela enrolação
Tive dúvidas. Meu cérebro esquentou, congelou, viajou até eu chegar a uma conclusão, que acabou sendo meio furada, mas enfim. Eu enrolo demais, né?
Deus.
Eu nunca acreditei cegamente, figo, nunca fui aquela menina da fé e tal. Eu sempre fingi. Não é bonito, no way, mas desde que meu pai não me enchesse a paciência, tudo bem.
Crescemos, e dependendo da pessoa, as perguntinhas começam a fazer parte da rotina cerebral. Acostumeeeeeei com devaneios durante as aulas de física, química e matemática (o que explica as minhas notas maravilhosas nas respectivas matérias).
Os assuntos eram quase sempre os mesmos: a profissão (eu já devo ter dito que eu sou neurótica com a minha profissão desde que eu me entendo por gente), a minha posição política (que não foi tão difícil assim de "escolher"), e Deus.
Pra isso eu não tinha resposta.
Nem pra Deus, nem pra a Evolução.
Mas agora, MEUS PROBLEMAS ACABARAM!
Eu não acredito nesse Deus perverso da igreja católica ou de qualquer outra religião. Esse Deus por quem (?) matam, estupram, enfim fazem o CAPETA. Acredito em um ser superior, não necessariamente deus/Deus, que criou o universo. Quer dizer, não tem como ter surgido uma coisa tão grande do nada, e mesmo que eu acreditasse na 'poeirinha cósmica que deu ínicio a tudo', quem criou (ok, criou não é a palavra certa, mas dá pra entender) a poeirinha?
(mentira, meus problemas não acabaram. Eu não faço a mínima idéia de como ocorreu a evolução do homem e tem horas que eu acredito em tudo isso que eu falei, mas do nada isso me parece idiotice. assim como todas as minhas outras escolhas, inclusive políticas. a terrível mania de regret everything.)
Não dá pra entender nada que eu falei, e eu nem falei METADE do que eu queria falar.
Perceberam a minha confusão mental?
Perceberam a minha 'pebíssice' (essa palavra existe? se existir, tá escrita errado, com certeza.) ?
Perceberam o meu vocabulário pobríssimo?
Eu tô ficando LOUCA.
LOUCA!
Deus.
Eu nunca acreditei cegamente, figo, nunca fui aquela menina da fé e tal. Eu sempre fingi. Não é bonito, no way, mas desde que meu pai não me enchesse a paciência, tudo bem.
Crescemos, e dependendo da pessoa, as perguntinhas começam a fazer parte da rotina cerebral. Acostumeeeeeei com devaneios durante as aulas de física, química e matemática (o que explica as minhas notas maravilhosas nas respectivas matérias).
Os assuntos eram quase sempre os mesmos: a profissão (eu já devo ter dito que eu sou neurótica com a minha profissão desde que eu me entendo por gente), a minha posição política (que não foi tão difícil assim de "escolher"), e Deus.
Pra isso eu não tinha resposta.
Nem pra Deus, nem pra a Evolução.
Mas agora, MEUS PROBLEMAS ACABARAM!
Eu não acredito nesse Deus perverso da igreja católica ou de qualquer outra religião. Esse Deus por quem (?) matam, estupram, enfim fazem o CAPETA. Acredito em um ser superior, não necessariamente deus/Deus, que criou o universo. Quer dizer, não tem como ter surgido uma coisa tão grande do nada, e mesmo que eu acreditasse na 'poeirinha cósmica que deu ínicio a tudo', quem criou (ok, criou não é a palavra certa, mas dá pra entender) a poeirinha?
(mentira, meus problemas não acabaram. Eu não faço a mínima idéia de como ocorreu a evolução do homem e tem horas que eu acredito em tudo isso que eu falei, mas do nada isso me parece idiotice. assim como todas as minhas outras escolhas, inclusive políticas. a terrível mania de regret everything.)
Não dá pra entender nada que eu falei, e eu nem falei METADE do que eu queria falar.
Perceberam a minha confusão mental?
Perceberam a minha 'pebíssice' (essa palavra existe? se existir, tá escrita errado, com certeza.) ?
Perceberam o meu vocabulário pobríssimo?
Eu tô ficando LOUCA.
LOUCA!
sábado, 19 de julho de 2008
Ha he hi ho hu
Hahaha, hehehe, hihihi, hohoho, huhuhu. (primeira risada do Coringa - o esperadíssimo Coringa - no filme. Logo depois ele faz um lápis sumir - PUF! - como magia.)
Não, eu não vou fazer como milhares de blogueiros e fotologgers e plagiar a Veja pondo o título: Coringa - o filme. Eu sou mais que isso.
Eu vou pra frente do cinema 2 horas da tarde e espero até as 18, pra ver Dark Knight na primeira sessão. (não, eu não fui ENGALOBADA pelo rádio, que disse que a avant-première era as 21 hrs.)
A primeira coisa que me veio à cabeça quando eu vi, a não sei quantos meses atrás, que ia ter um novo filme do Batman foi: NOOOSSA CARA, eu preciso ver, o Batman é MELHOR super-herói EVER. Depois que eu fiquei sabendo que o Heath Ledger era o Coringa, MELHOR ainda.
Eu fui lendo o que o Heath tava fazendo pra melhorar a performance no filme e fiquei pirada louca maluca pra ver; 'NOOOOSSA ele pegou a voz do Marlon Brando e deixou mais assutadora. NOOOSSA ele se trancou num quarto e começou a escrever um diário como o Coringa!'.
Meus pais dizem que essa admiração é só porque eu babo nele desde 10 coisas que odeio em você e O Patriota. O resto do mundo diz que só porque ele morreu, o fãs pirados (como eu) tão pirando mais ainda, endeusando o Heath.
Mas se for assim, eu endeuso TODA Hollywood.
A atuação dele é boa, MUITO BOA MESMO (mesmo, mesmo). Sabe aquela história do Gary Oldman falar que ele 'mais assustador que Hanibal Lecter'? É mais ou menos por aí. Apesar da maldade (que segundo o Joker, 'é como a gravidade. Só precisa de um empurrãozinho'), e da loucura, ele conseguiu ser... humano. Não sei O QUE no Coringa é humano, mas alguma coisa É.
Talvez sejam as frases sádicas, que eu adoro.
Tinha um bando de geeks dos quadrinhos no cinema (há, como se eu não quisesse ser uma geek dos quadrinhos). Um deles foi pra casa e voltou fantasiado de Joker.
Se ele foi a SENSAÇÃO? Nããão, magiiiina.
Logo depois eu fui ver Hancock. (se eu ia perder a chance de ver o Heath Ledger e o Will Smith num só dia? CLARO que NÃO!)
Talvez por Dark Knight ser bem longo, Hancock pareceu curto demais. Não é um filme ruim, mas eu estava tão eufórica com Batman que eu nem consegui me concentrar direito. A história é bem típica de super-heróis (apesar de toooda aquela coisa de ele ser um super-herói bêbado). Uma outra diferença, é que ele só tem um super-vilão: ele mesmo. Diferente dos outros super-heróis que tem que lutar contra o seu lado negro e mais um monte de caras maus, o Hancock só precisa se aceitar.Resumindo: é um ótimo blockbuster.
(HÁ! Como se Batman não fosse. Eu só não digo isso, porque eu pago pau pro Batman).
Recadinho inho: eu sei que eu fiquei devendo um texto sobre nacionalismo e um comentáriozinho sobre os american boys, mas hoje, não deu mesmo. Amanhã eu escrevo mais. Juro.
domingo, 6 de julho de 2008
Deleite condensado.
Se eu for escrever tudo, certamente não vai caber.
Foram só duas semanas. Mas o suficiente, pra me mudar. Não foi uma mudança enorme, mas deu pra ‘pensar na vida’ (como diria algum daqueles fotologgers mais pseudo-cults que eu).
[Tradução: pensar em todas as merdas que você fez no semestre, ver como você é um chato de galocha e que ainda por cima se acha.]
Pra não me prolongar, eu vou dividir tudo em tópicos.
Comida.
DEFINITIVAMENTE o PIOR. Não concebo a idéia de comer aqueles grosopes horrorosos por mais de um mês. Pão, pão, pão, sanduíches, refrigerantes, pringles, doces etc etc. o PEOR da (o?) junk food. Parece tudo bom e maravilhoso, né? Pra lanchinhos, meu caro. Só pra lanchinhos. Experimenta comer isso no almoço, no lanche e na janta. Nem dois dias.
[e Ana, toda vez que eu comi pizza eu me lembrei de você. Lembrei de você todo dia.]
Cidade.
3º mundo quando chega em 1º fica, otááááário. Eu que o diga.
Não tem lixo na rua, a cidade é toda planejada, as coisas (com exceção da comida) são baratas, as estradas são ótimas. Ai.
Nesse ponto, meu Brasil não deixou saudade.
Pessoas.
‘Excuse-me!’, ‘Sorry!’, ‘Thank you!’, ‘You’re welcome!’; o tempo todo. Talvez por ser um estado turístico, as pessoas são educadíssimas.
Mas é só nisso que elas são melhores que os brasileiros.
Breguíssimos.
A ponto de usar chinelos com meia, e terno com tênis. As roupas são sempre em tons pastéis. Crocs, chinelões, tênis largos, calças largas, camisões. Os cabelos gritam ‘oi, acordei, me amarraram de qualquer jeito.’ Os rostos (das mulheres) tem tanta maquiagem, que o rosto do Chuck é mais bonito. Total Bolívia Dolls.
Gordos.
Enormes.
Me senti um manequim.
Cruise, eu nunca me senti TÃO BEM na minha vida.
Sabe aquela pressão da sociedade (brasileira) pras meninas terem (construção de frase tosca) um corpo perfeito? Lá não tem essa pressão.
Mas eu tenho senso, né? E também tenho noção que não sou eterna e não posso me ENTUPIR com essa meleca que o McDonald’s tem coragem de chamar de comida. Eu chamo de colesterol ambulante. Amo muito tudo isso no CAIXÃO, fica a dica.
Então, voltando ao assunto, cof cof.
As meninas podem até ter o rosto bonito (certeza mesmo eu não tenho. Maquiagem demais, sacomé) mas são feias de corpo. E quando tem o corpo bonito (boas pernas, etc etc, mas sem peito, SEMPRE) o rosto é feio.
Se você guri, tem um american dream relacionado a meninas, caia na real.
Geral.
(coisas que não vale a pena criar um tópico).
Sara Bareilles tá bombando. Assim como Jordin Sparks e acreditem, Jason Mraz. Com I’m yours, SÓ PRA VARIAR. Sorte a minha, não? Minha minha pedileta ser a primeira da modinha. Tomara que as pessoas se dêem ao trabalho de dar pelo menos uma olhadinha no We dance, we sing, we steal things. Love for a Child, Coyotes e Only Humans também são muito boas. Assim com Bottle it up, Love on the rocks e City da Sara Bareilles. Jordin Sparks, er... não.
Era pra ser condensado. Não deu. Então, SORRY!
Foram só duas semanas. Mas o suficiente, pra me mudar. Não foi uma mudança enorme, mas deu pra ‘pensar na vida’ (como diria algum daqueles fotologgers mais pseudo-cults que eu).
[Tradução: pensar em todas as merdas que você fez no semestre, ver como você é um chato de galocha e que ainda por cima se acha.]
Pra não me prolongar, eu vou dividir tudo em tópicos.
Comida.
DEFINITIVAMENTE o PIOR. Não concebo a idéia de comer aqueles grosopes horrorosos por mais de um mês. Pão, pão, pão, sanduíches, refrigerantes, pringles, doces etc etc. o PEOR da (o?) junk food. Parece tudo bom e maravilhoso, né? Pra lanchinhos, meu caro. Só pra lanchinhos. Experimenta comer isso no almoço, no lanche e na janta. Nem dois dias.
[e Ana, toda vez que eu comi pizza eu me lembrei de você. Lembrei de você todo dia.]
Cidade.
3º mundo quando chega em 1º fica, otááááário. Eu que o diga.
Não tem lixo na rua, a cidade é toda planejada, as coisas (com exceção da comida) são baratas, as estradas são ótimas. Ai.
Nesse ponto, meu Brasil não deixou saudade.
Pessoas.
‘Excuse-me!’, ‘Sorry!’, ‘Thank you!’, ‘You’re welcome!’; o tempo todo. Talvez por ser um estado turístico, as pessoas são educadíssimas.
Mas é só nisso que elas são melhores que os brasileiros.
Breguíssimos.
A ponto de usar chinelos com meia, e terno com tênis. As roupas são sempre em tons pastéis. Crocs, chinelões, tênis largos, calças largas, camisões. Os cabelos gritam ‘oi, acordei, me amarraram de qualquer jeito.’ Os rostos (das mulheres) tem tanta maquiagem, que o rosto do Chuck é mais bonito. Total Bolívia Dolls.
Gordos.
Enormes.
Me senti um manequim.
Cruise, eu nunca me senti TÃO BEM na minha vida.
Sabe aquela pressão da sociedade (brasileira) pras meninas terem (construção de frase tosca) um corpo perfeito? Lá não tem essa pressão.
Mas eu tenho senso, né? E também tenho noção que não sou eterna e não posso me ENTUPIR com essa meleca que o McDonald’s tem coragem de chamar de comida. Eu chamo de colesterol ambulante. Amo muito tudo isso no CAIXÃO, fica a dica.
Então, voltando ao assunto, cof cof.
As meninas podem até ter o rosto bonito (certeza mesmo eu não tenho. Maquiagem demais, sacomé) mas são feias de corpo. E quando tem o corpo bonito (boas pernas, etc etc, mas sem peito, SEMPRE) o rosto é feio.
Se você guri, tem um american dream relacionado a meninas, caia na real.
Geral.
(coisas que não vale a pena criar um tópico).
Sara Bareilles tá bombando. Assim como Jordin Sparks e acreditem, Jason Mraz. Com I’m yours, SÓ PRA VARIAR. Sorte a minha, não? Minha minha pedileta ser a primeira da modinha. Tomara que as pessoas se dêem ao trabalho de dar pelo menos uma olhadinha no We dance, we sing, we steal things. Love for a Child, Coyotes e Only Humans também são muito boas. Assim com Bottle it up, Love on the rocks e City da Sara Bareilles. Jordin Sparks, er... não.
Era pra ser condensado. Não deu. Então, SORRY!
sábado, 14 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Just like the teenager movies.
Cátia vive me falando isso.
Que eu era uma daquelas adolescentes excluídas típicas de filmes americanos. Aparelho nos dentes, espinhas.
Ela só esquece de mencionar que o meu cabelo é ruim, que eu sou gordinha e pseudo-nerd.
Enfim...
Eu queria ser uma daquelas adolescentes. Nos finais dos filmes, elas sempore acabam com um cara gatão (HOHO) ou ganhando uma bolsa de estudos pra alguma faculdade fodona em Paris ou Roma. (que nem em Ela é demais. Tá certo que o Freddie Prinze Jr. não estava tãão gatão assim na época, mas ela ganha uma bolsa pra estudar Arte em Paris. Paris!)
E além do mais, elas são nerds nos filmes.
Daquelas de tirar A em matemática, química e física.
(Coisa que comigo NÃO rola.
Eu e cálculos, eu e raciocínio lógico, não dá mesmo.)
Daquelas de saber tuuudo sobre quadrinhos, cinema ou whatever, coisas de nerd.
Acho que vou baixar Tíbia, pra ver se eu entro no clima da nerdice.
(Priston Tale, Ragnarok e todas essas porcarias novas, não merecem ser chamadas de RPG, no way.)
Cara, eu tava falando sobre adolescência, e consegui dar uma volta enorme pra falar de como eu sou uma pessoa frustrada e preciso perder o preconceito contra livros de auto-ajuda.
Voltando a falar sobre adolescência então.
Meu irmaõ tá entrando.
Na adolescência, quero dizer.
Man, eu não tinha NOÇÃO de como a gente fica chato quando tá virando adolescente. MEU DEUS, é muito chato.
Minha mãe disse que eu fiquei chata do mesmo jeito, mas CARA o meu irmão tá muito chato meeeesmo. (Talvez seja porque ele está entrando na adolescência e eu esteja no meio dela. A espécie é a mesma, mas a família é outra. As brigas são constantes.)
E vagal também.
Eu não era vagal.
Eu até que gostava de estudar. E só fiquei chata porque eu parei de sair com os meus pais pra todo canto; comecei a ter os ataque tpm'lísticos, e exigir privacidade.
Mas isso não é adolescência. (ou é?)
Eu só aceitei a adolescência quando eu fiz 15 anos. Isso, depois de looongas conversas comigo mesma do tipo 'Vamos lá, Umáyra. Na época da sua vó, com 15 anos as meninas casavam. Na época da sua mãe, com 15 anos as pessoas já tinham crises de existência e todas essas coisas que você tem. Encare os fatos: você está ficando velha. Daqui a pouco você morre. Mande a Síndrome de Peter Pan pra casa do caralho e pronto.'
Mas eu ainda não aceito. Quer dizer, ontem eu brincava de fazer roupas pra Barbie, e ano que vem eu vou estar no 3º ano? (!) E depois eu vou estar na universidade, a primeira 'coisa' que eu verdadeiramente escolhi sozinha; e essa escolha vai modificar toda a minha vida!
E se eu escolher errado, eu posso perder alguns anos da minha vida; anos que eu poderia passar na Dinamarca num futuro próximo, quando já estivesse economicamente estabelecida.
Então, será que eu devo escolher a universidade pelos meus talentos ou pelo retorno financeiro?
Porque eu só tenho talento pra ler. E escrever. (abobrinhas, abobrinhas. Mas pelo menos eu escrevo).
Então eu posso fazer Jornalismo (e passar de pseudo-nerd à pseudo-cult). Mas existe uma grande possibilidade de eu ficar pobre pobre pobre de marré marré marré.
E além do mais eu também tenho talento pra Direito; vários professores e os meus pais me falaram que eu daria uma ótima Promotora, fazendo todo aquele teatro quando eu vou acusar alguma coisa ou defender uma causa.
Ano que vem isso já tem que estar decidido.
Ai meu Deus, minha cabeça.
Que eu era uma daquelas adolescentes excluídas típicas de filmes americanos. Aparelho nos dentes, espinhas.
Ela só esquece de mencionar que o meu cabelo é ruim, que eu sou gordinha e pseudo-nerd.
Enfim...
Eu queria ser uma daquelas adolescentes. Nos finais dos filmes, elas sempore acabam com um cara gatão (HOHO) ou ganhando uma bolsa de estudos pra alguma faculdade fodona em Paris ou Roma. (que nem em Ela é demais. Tá certo que o Freddie Prinze Jr. não estava tãão gatão assim na época, mas ela ganha uma bolsa pra estudar Arte em Paris. Paris!)
E além do mais, elas são nerds nos filmes.
Daquelas de tirar A em matemática, química e física.
(Coisa que comigo NÃO rola.
Eu e cálculos, eu e raciocínio lógico, não dá mesmo.)
Daquelas de saber tuuudo sobre quadrinhos, cinema ou whatever, coisas de nerd.
Acho que vou baixar Tíbia, pra ver se eu entro no clima da nerdice.
(Priston Tale, Ragnarok e todas essas porcarias novas, não merecem ser chamadas de RPG, no way.)
Cara, eu tava falando sobre adolescência, e consegui dar uma volta enorme pra falar de como eu sou uma pessoa frustrada e preciso perder o preconceito contra livros de auto-ajuda.
Voltando a falar sobre adolescência então.
Meu irmaõ tá entrando.
Na adolescência, quero dizer.
Man, eu não tinha NOÇÃO de como a gente fica chato quando tá virando adolescente. MEU DEUS, é muito chato.
Minha mãe disse que eu fiquei chata do mesmo jeito, mas CARA o meu irmão tá muito chato meeeesmo. (Talvez seja porque ele está entrando na adolescência e eu esteja no meio dela. A espécie é a mesma, mas a família é outra. As brigas são constantes.)
E vagal também.
Eu não era vagal.
Eu até que gostava de estudar. E só fiquei chata porque eu parei de sair com os meus pais pra todo canto; comecei a ter os ataque tpm'lísticos, e exigir privacidade.
Mas isso não é adolescência. (ou é?)
Eu só aceitei a adolescência quando eu fiz 15 anos. Isso, depois de looongas conversas comigo mesma do tipo 'Vamos lá, Umáyra. Na época da sua vó, com 15 anos as meninas casavam. Na época da sua mãe, com 15 anos as pessoas já tinham crises de existência e todas essas coisas que você tem. Encare os fatos: você está ficando velha. Daqui a pouco você morre. Mande a Síndrome de Peter Pan pra casa do caralho e pronto.'
Mas eu ainda não aceito. Quer dizer, ontem eu brincava de fazer roupas pra Barbie, e ano que vem eu vou estar no 3º ano? (!) E depois eu vou estar na universidade, a primeira 'coisa' que eu verdadeiramente escolhi sozinha; e essa escolha vai modificar toda a minha vida!
E se eu escolher errado, eu posso perder alguns anos da minha vida; anos que eu poderia passar na Dinamarca num futuro próximo, quando já estivesse economicamente estabelecida.
Então, será que eu devo escolher a universidade pelos meus talentos ou pelo retorno financeiro?
Porque eu só tenho talento pra ler. E escrever. (abobrinhas, abobrinhas. Mas pelo menos eu escrevo).
Então eu posso fazer Jornalismo (e passar de pseudo-nerd à pseudo-cult). Mas existe uma grande possibilidade de eu ficar pobre pobre pobre de marré marré marré.
E além do mais eu também tenho talento pra Direito; vários professores e os meus pais me falaram que eu daria uma ótima Promotora, fazendo todo aquele teatro quando eu vou acusar alguma coisa ou defender uma causa.
Ano que vem isso já tem que estar decidido.
Ai meu Deus, minha cabeça.
terça-feira, 27 de maio de 2008
'Mudaram as estações,
NADA MUDOU. Mas eu sei que alguma coisa aconteceu, tá tudo assim, tão... diferente! Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre? Sem saber que o pra sempre, sempre acaba...'
Foi daí mesmo que eu tirei o nome do blog. E é a mais pura verdade.
Temos amigos em uma escola. Mudamos. Perdemos.
Temos amigos no ensino médio. Passamos no vestibular. Perdemos.
Temos amigos na faculdade. Arranjamos um emprego. Perdemos.
Enjoamos da cara de certas pessoas. Dos hábitos e manias.
E acaba.
Apesar de tudo, a maioria das pessoas é egoísta. Largam amigos sem nem...
Sem nem...
E quanto ao resto? E quanto a minoria que se sente destruída depois de ser largada? E quanto a minoria que não consegue confiar em NINGUÉM, nem nela mesmo, depois de ser abandonada?
Ah, não.
Eles não merecem nossa atenção.
Deixa eles pra lá.
Deixa eles pra lá.
Afinal quem se importa com um bando de... inúteis?
Dê-me um chiclete e uma tesourinha de unha, por favor. Eu vou matar todos os seres-humanos com ela. (pelo menos em sonho).
Foi daí mesmo que eu tirei o nome do blog. E é a mais pura verdade.
Temos amigos em uma escola. Mudamos. Perdemos.
Temos amigos no ensino médio. Passamos no vestibular. Perdemos.
Temos amigos na faculdade. Arranjamos um emprego. Perdemos.
Enjoamos da cara de certas pessoas. Dos hábitos e manias.
E acaba.
Apesar de tudo, a maioria das pessoas é egoísta. Largam amigos sem nem...
Sem nem...
E quanto ao resto? E quanto a minoria que se sente destruída depois de ser largada? E quanto a minoria que não consegue confiar em NINGUÉM, nem nela mesmo, depois de ser abandonada?
Ah, não.
Eles não merecem nossa atenção.
Deixa eles pra lá.
Deixa eles pra lá.
Afinal quem se importa com um bando de... inúteis?
Dê-me um chiclete e uma tesourinha de unha, por favor. Eu vou matar todos os seres-humanos com ela. (pelo menos em sonho).
terça-feira, 20 de maio de 2008
Filosofia para adolescentes
Pommer: ... mas prestenção. 70% das mulheres são burras.
Eu: OW!
Pommer: Você faz parte dos 70%?
Eu: Não, mas...
Pommer: Então cala a boca e escuta.
Eu: É por isso que o mundo não vai pra frente, porque as pessoas só pensam em si mesmo. E cala a boca seu capitalista da Microsoft.
Eu *pensando*: Minha Santa, o que tem a ver uma coisa com a outra? Tom Cruise. Mas beleeeza, deixa eu calar minha boca.
Pommer: Essas meninas usam as mesmas roupas, os mesmos cabelos, os mesmo perfume...
Amanda: Mas é isso que os homens querem, ora bolas!
Pommer: Claro! Elas são as mais fáceis.
Najua: E os homens preferem o mais fácil, não?
Pommer: Não. Definitivamente não.
O pós-aula são muito mais produtivos :) Principalmente quando nós, míseros adolescente, nem sabemos filosofar.
Aula de sociologia e filosofia. Todas as segundas.
9 meninas e um menino na sala.
Eu digo que é um marco.
A Amanda diz que ele é gay mesmo.
Enfim...
Comte já foi pro saco. Próxima aula de sociologia vai ser Durkheim.
Meu mestre.
Eu: Então, se Comte explica a ordem, Durkheim explica os revoltados?
Rildo: É... Mas ou menos isso.
Eu: Que ótimo. Durkheim me explica então.
E filosofia... É. A gente vai precisar de um baseado na próxima aula.
Zenão diz que não há UM movimento, mas O movimento.
Parmênides diz que o que é, É.
O que eu tenho a dizer sobre isso?
Aquiles não pode alcançar a tartaruga.
E tenho dito.
Eu: OW!
Pommer: Você faz parte dos 70%?
Eu: Não, mas...
Pommer: Então cala a boca e escuta.
Eu: É por isso que o mundo não vai pra frente, porque as pessoas só pensam em si mesmo. E cala a boca seu capitalista da Microsoft.
Eu *pensando*: Minha Santa, o que tem a ver uma coisa com a outra? Tom Cruise. Mas beleeeza, deixa eu calar minha boca.
Pommer: Essas meninas usam as mesmas roupas, os mesmos cabelos, os mesmo perfume...
Amanda: Mas é isso que os homens querem, ora bolas!
Pommer: Claro! Elas são as mais fáceis.
Najua: E os homens preferem o mais fácil, não?
Pommer: Não. Definitivamente não.
O pós-aula são muito mais produtivos :) Principalmente quando nós, míseros adolescente, nem sabemos filosofar.
Aula de sociologia e filosofia. Todas as segundas.
9 meninas e um menino na sala.
Eu digo que é um marco.
A Amanda diz que ele é gay mesmo.
Enfim...
Comte já foi pro saco. Próxima aula de sociologia vai ser Durkheim.
Meu mestre.
Eu: Então, se Comte explica a ordem, Durkheim explica os revoltados?
Rildo: É... Mas ou menos isso.
Eu: Que ótimo. Durkheim me explica então.
E filosofia... É. A gente vai precisar de um baseado na próxima aula.
Zenão diz que não há UM movimento, mas O movimento.
Parmênides diz que o que é, É.
O que eu tenho a dizer sobre isso?
Aquiles não pode alcançar a tartaruga.
E tenho dito.
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terça-feira, 13 de maio de 2008
Ela?
'Olha só pra ela. Olha esse sadismo. Olha esse sarcasmo.' Não, não são palavras minhas. Mas foram pra mim. Eu sempre tento ver em qual estilo de época eu mais me encaixo, mas não dá. São vários. Barroca - dualista, e cheia de dúvidas que (quase) me levam à loucura -; Romântica - toda aquela história de sonhos, blábláblá aquele ópio todo que os caras usavam-; mas Realista - mórbida, sádica, sarcastica. Ironia is so last week. (Mentira. Eu só não sei ser tão sutil. Então o sarcasmo é a melhor saída). Whatever. Vamos todos morrer. Não sei nem porque eu escrevo aqui. ALBERT CAMUS RULES!
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Rio: impressões
cigarro, sujeira, tranquilidade, gente demais, correria, cidade mais que paradoxal.
E eu só passei quatro dias lá.
O Pão de Açúcar, é... Normal. É uma pedra. E lá de cima dá pra ver a cidade toda. E o mar. Ah o maaar...
Do Cristo, eu vi a sombra. Tava tão nublado, que eu espirrei e fui dar uma volta; quando eu voltei tava congelado.
As pessoas são simpáticas e rudes ao mesmo tempo. Irônicas. Não soube lidar com elas.
Tudo é caro demais. Demaaais da conta. Deve ser por causa dos gringos. Tem pra dar e vender. Alemães, franceses, britânicos, americanos, espanhóis, japoneses e tinha um casa falando uma língua que eu não soube identificar. Mas parecia alguma coisa da europa oriental.
Vi o Homem de Ferro. Me lembrou a infância. Muito. Via todos os dias com meu pai. (se bem que eu via qualquer desenho todo dia com meu pai). O filme não parece tanto com o desenho. Não lembro do Tony Stark com toda essa marra que Hollywood mostrou.
O ator (Robert Downey Jr.), a (à?) primeira vista, não é lá essas coisas. Mas com o decorrer do filme ele vai ficando bonitinho. Saradinho. Pegável. E nem é porque ele escuta AC/DC.
Gwyneth está estranhamente bonita. Eu nunca a achei bonita. Sei lá. Falta alguma coisa.
O filme, na minha opinião foi bom. ÓÓTIMO. Mas eu sou super ultra megar power über suspeita pra falar de filmes baseados em estórias da Marvel. Eu sou viciada. Quando o filme começa, com aquelas partes de quadrinhos fazendo aquele barulhinho de... revistinha, dá um arrepio de tão bom.
Meu pai diz que é o super-herói predileto dele. Meu pai é um boçal :) Sempre foi.
Lembrei-me do MEU super-herói predileto.
O Batman.
De como eu estou desesperada pelo novo filme.
Não só pelo Batman.
Mas por que foi o último que o Heath fez. E parece ser a sua melhor atuação.
Andei pacas em quatro dias. Fui no Barra Shopping. Só consegui VER o primeiro andar.
Um loosho.
Lojas de perfumes e maquiagem, brincos e coisinhas gays.
Mas nada, NADA barrou as livrarias.
Eu chorei nas livrarias.
Devem ter me achado a maior idiota EVER.
Mas a Saraiva e a Siciliano...
Comprei Rocky. O I e o II. Finalmente. Queria ter comprado Poderoso Chefão, mas mamãe não deixou. Porque eu já tinha comprado um livro. Misto-quente. Bukowski. Aquele velho safado.
Comprei Hard Candy. 6 palavrinhas (por enquanto.): os negões vão dominar o mundo.
Tô cansada. Tô sentindo tanta coisa (graaaaaaaaaaaaaaande novidade u_u) que dá vontade de gritar. Muito. Morder. Arranjar. Matar. Mastigar. Humanos. Ou qualquer coisa que vier pela frente.
E eu só passei quatro dias lá.
O Pão de Açúcar, é... Normal. É uma pedra. E lá de cima dá pra ver a cidade toda. E o mar. Ah o maaar...
Do Cristo, eu vi a sombra. Tava tão nublado, que eu espirrei e fui dar uma volta; quando eu voltei tava congelado.
As pessoas são simpáticas e rudes ao mesmo tempo. Irônicas. Não soube lidar com elas.
Tudo é caro demais. Demaaais da conta. Deve ser por causa dos gringos. Tem pra dar e vender. Alemães, franceses, britânicos, americanos, espanhóis, japoneses e tinha um casa falando uma língua que eu não soube identificar. Mas parecia alguma coisa da europa oriental.
Vi o Homem de Ferro. Me lembrou a infância. Muito. Via todos os dias com meu pai. (se bem que eu via qualquer desenho todo dia com meu pai). O filme não parece tanto com o desenho. Não lembro do Tony Stark com toda essa marra que Hollywood mostrou.
O ator (Robert Downey Jr.), a (à?) primeira vista, não é lá essas coisas. Mas com o decorrer do filme ele vai ficando bonitinho. Saradinho. Pegável. E nem é porque ele escuta AC/DC.
Gwyneth está estranhamente bonita. Eu nunca a achei bonita. Sei lá. Falta alguma coisa.
O filme, na minha opinião foi bom. ÓÓTIMO. Mas eu sou super ultra megar power über suspeita pra falar de filmes baseados em estórias da Marvel. Eu sou viciada. Quando o filme começa, com aquelas partes de quadrinhos fazendo aquele barulhinho de... revistinha, dá um arrepio de tão bom.
Meu pai diz que é o super-herói predileto dele. Meu pai é um boçal :) Sempre foi.
Lembrei-me do MEU super-herói predileto.
O Batman.
De como eu estou desesperada pelo novo filme.
Não só pelo Batman.
Mas por que foi o último que o Heath fez. E parece ser a sua melhor atuação.
Andei pacas em quatro dias. Fui no Barra Shopping. Só consegui VER o primeiro andar.
Um loosho.
Lojas de perfumes e maquiagem, brincos e coisinhas gays.
Mas nada, NADA barrou as livrarias.
Eu chorei nas livrarias.
Devem ter me achado a maior idiota EVER.
Mas a Saraiva e a Siciliano...
Comprei Rocky. O I e o II. Finalmente. Queria ter comprado Poderoso Chefão, mas mamãe não deixou. Porque eu já tinha comprado um livro. Misto-quente. Bukowski. Aquele velho safado.
Comprei Hard Candy. 6 palavrinhas (por enquanto.): os negões vão dominar o mundo.
Tô cansada. Tô sentindo tanta coisa (graaaaaaaaaaaaaaande novidade u_u) que dá vontade de gritar. Muito. Morder. Arranjar. Matar. Mastigar. Humanos. Ou qualquer coisa que vier pela frente.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Trabalho?
Tô de mal com tudo, que nem Leminski.01/05/1886 - Em Chicago (EUA) inicia-se uma greve por uma jornada diária de 8 horas de trabalho.
'Deu no que deu'.
Não desmereço, no way. Só acho que hoje, esse Dia do trabalhador não é como devia ser.
Mas eu sou só uma adolescente, nem me ouçam.
E só porque eu sou adolescente, eu preciso liberar meus hormônios e falar de coisas fúteis. O Chace C. é meu mais novo alvo.

Segundo o http://putas-e-viados.blogspot.com, 'só faltou o armário'.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Ser.
'Minha nova alegoria apocalíptica preferida eu já disse, é os zumbis, aqueles sem cérebro e sem repertório, que não parecem muito ameaçadores com seu passo lento, mas quando se juntam em milhares (e sempre se juntam em milhares) acabam fazendo um estrago. Mais ou menos como... todo o povo brasileiro' - Santiago Nazarian.
Oooooooooooooooooooooooi Nazarian, você é foda e eu quero ser que nem você quando eu crescer.
A coisa mais estranha em ficar mal, é pensar de que não há luz nenhuma no 'fim do túnel'; e por mais que você tente pensar que há bons motivos pra existência, não há.
Existir por que? Existir pra que? Existir? Existimos?
Criados por um motivo fútil, para um motivo fútil.
Dinheiro, felicidade.
E nem ao menos sabemos quem somos.
As minhas críticas ao suicídas eram duras. Dizia que eles não colocavam sentido na vida, por isso o desgosto pela mesma.
Certo, vamos ajudar os necessitados. Alimentar os famintos, vestir os despidos.
E quanto a nós?
É egocêntrismo?
É.
Mas não posso evitar.
É da natureza humana.
Não é depressão, é 'hipersensiblidade'.
Vai saber.
Preciso de um doce.
Vi Orgulho e Preconceito de novo.
Vi Cazuza de novo.
E inexplicavelmente 'Faz parte do meu show' deixou-me existencialista.
Foi difícil tirar o gosto salgado da boca.
Oooooooooooooooooooooooi Nazarian, você é foda e eu quero ser que nem você quando eu crescer.
A coisa mais estranha em ficar mal, é pensar de que não há luz nenhuma no 'fim do túnel'; e por mais que você tente pensar que há bons motivos pra existência, não há.
Existir por que? Existir pra que? Existir? Existimos?
Criados por um motivo fútil, para um motivo fútil.
Dinheiro, felicidade.
E nem ao menos sabemos quem somos.
As minhas críticas ao suicídas eram duras. Dizia que eles não colocavam sentido na vida, por isso o desgosto pela mesma.
Certo, vamos ajudar os necessitados. Alimentar os famintos, vestir os despidos.
E quanto a nós?
É egocêntrismo?
É.
Mas não posso evitar.
É da natureza humana.
Não é depressão, é 'hipersensiblidade'.
Vai saber.
Preciso de um doce.
Vi Orgulho e Preconceito de novo.
Vi Cazuza de novo.
E inexplicavelmente 'Faz parte do meu show' deixou-me existencialista.
Foi difícil tirar o gosto salgado da boca.
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domingo, 20 de abril de 2008
Isso é chato, eu sei
O texto aí debaixo tá cheio de errinhos, mas tem dois que ficaram realmente estranhos e vão dificultar a leitura:
O primeiro, é logo abaixo da 2ª foto (da Angie e do Matt); na segunda linha: é com exceção da BOCA e não da boa.
E na sexta linha depois da 3ª foto: no quanto nós brasileiros NÃO soms nacionalistas.
O resto dá pra entender :D
O primeiro, é logo abaixo da 2ª foto (da Angie e do Matt); na segunda linha: é com exceção da BOCA e não da boa.
E na sexta linha depois da 3ª foto: no quanto nós brasileiros NÃO soms nacionalistas.
O resto dá pra entender :D
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